Argentina atropela Paraguai e faz a final com o Chile no sábado

A Argentina mostrou evolução e provou que aprendeu a lição do amargo empate contra o Paraguai ainda na primeira partida da Copa América . Contra os mesmos adversários daquela ocasião, os argentinos abriram dois gols de vantagem nesta terça-feira, mas, assim como naquele jogo, deixaram os paraguaios reagirem, dessa vez ainda na etapa inicial. No entanto, na volta do intervalo, fizeram questão de deixar claro que não repetiriam os mesmos erros, marcaram mais quatro vezes e se garantiram na decisão do torneio com uma goleada massacrante por 6 a 1.

Com a vitória, a Argentina se credencia para enfrentar o Chile na grande decisão da Copa América. As tradicionais seleções vão decidir quem fica com a taça no próximo sábado, às 17h (de Brasília), no Estádio Nacional, em Santiago. A final promete ser acirrada, já que as duas equipes enfrentam uma longa fila pelo título. Se os argentinos não conquistam nada desde 1993, os chilenos nunca sentiram o gosto de conquistar a competição continental. Peru e Paraguai ainda jogam pelo terceiro lugar, sexta-feira, às 20h30, em Concepción.

Assim como na primeira partida da Copa América, Argentina começou melhor contra o Paraguai, mas sem aquela pressão e volume de jogo daquela ocasião. Mesmo assim os comandados por Tata Martino souberam aproveitar as oportunidades e conseguiram abrir dois gols de diferença. O primeiro veio em uma jogada de bolada parada, que terminou com o lateral esquerdo Rojo abrindo o placar. Na sequência, em um lance muito bem trabalhado pelo sistema ofensivo argentino, a bola passou de pé em pé até chegar em Messi, que serviu Pastore. O meia do Paris Saint-Germain bateu firme, no canto, sem chances para Villar.

Ao contrário do último encontro das seleções, o Paraguai não esperou o segundo tempo para reagir e, nos minutos finais da etapa inicial, descontou. Lucas Barrios, que está acertado com o Palmeiras , entrou no lugar do lesionado Roque Santa Cruz , aproveitou uma saída de bola errada dos argentinos e diminuiu a vantagem.

Traumatizada pelo empate no primeiro confronto, a Argentina fez questão de provar que evoluiu não só tecnicamente, mas, principalmente, fisicamente, e fez logo questão de matar a partida. Logo no primeiro minuto, Pastore encontrou Di María livre na área, que acertou o cantinho. Seis minutos depois, Messi fez ótima jogada individual e deixou Pastore sozinho na cara do gol. Villar defendeu, mas Di María, no rebote, ampliou. A classificação já estava sacramentada, mas os comandados por Tata Martino não se contentaram: Agüero e Higuaín balançaram as redes e deram números finais ao massacre na cidade de Concepción.


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