Corpo de jovem que sumiu resgatado no mar

25/08/2012 12:37

O resgate foi efetuado pelo guarda-vidas Júlio Nogueira, da Guarda Municipal, e pelo subinspetor Ramos.


O corpo da estudante Joelle Queiroz da Silva, 20, foi encontrado, por volta de 10 horas de ontem, a cerca de 300 metros do local de onde desapareceu, o novo "espigão", próximo ao início da Avenida Rui Barbosa, que fica entre o Meireles e a Praia de Iracema.

Segundo testemunhas, a jovem mergulhou no mar e em seguida gritou por socorro, mas não foi mais vista. Os familiares desconfiam de um casal que teria mantido contato com ela antes do incidente.

O fato, segundo testemunhas, ocorreu na madrugada de anteontem. O resgate foi efetuado pelo guarda-vidas Júlio Nogueira, do Salvamento Aquático da Guarda Municipal e pelo subinspetor Ramos.
O guarda-vidas contou que soube do caso através da reportagem do Diário do Nordeste. "A única dúvida que a gente tinha era porque ninguém informou para que lado ela mergulhou, pois não tem como um corpo que some nessa região sair para o mar aberto", relatou ele.
Logo que chegaram à praia, os plantonistas passaram a observar o mar tendo como ponto de partida o "espigão".
Por volta de 10 horas, eles avistaram algo boiando e foram verificar a nado. Era o corpo de Joelle Queiroz.
A jovem estava com uma blusa de cor vinho e short jeans. Nos bolsos, foram encontrados dinheiro, um chaveiro e dois chips de celulares.

Desconfiança
A partir daí, os familiares passaram a desconfiar do casal que recebeu o celular de Joelle. Segundo eles, o homem e a mulher disseram à Polícia que a moça tinha destruído os chips.
A guarda Karine Souza, do Pelotão de Guarda Comunitária (PGC) foi ao local, para providenciar o isolamento, bem como policiais militares do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur).
O perito Robério Abreu, da Coordenadoria de Criminalística (CC), da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) examinou o corpo da jovem e disse que encontrou pequenas lesões, que não poderiam ter causado a morte da jovem. Segundo o perito criminal, a causa mais provável da morte é mesmo afogamento. "As lesões são compatíveis com batidas nos corais e no solo", reforçou o guarda Júlio Nogueira.
Segundo informações da Polícia Militar, a jovem chegou ao espigão, por volta de meia-noite da quarta-feira, desacompanhada. Ela teria ficado por vários minutos conversando ao celular. Em seguida teria aberto o chip e quebrado e depois entregou o aparelho a um casal que passava no local.
A jovem teria mergulhado no mar e em seguida gritou por socorro, mas não foi mais vista. Na manhã de quinta-feira familiares de Joelle chegaram no local do desaparecimento. Lanchas e jet ski foram utilizados nas buscas na quinta-feira, sem sucesso. O local onde a jovem mergulhou tem muitas correntes marinhas. Ontem pela manhã seu corpo foi encontrado no mar.

Fonte: dn

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