Ex-prefeito de Paracuru e possível candidato só por mais algumas horas estrebuchou tanto quanto pôde

18/09/2012 21:29

Muito antes de formalizar o pedido de registro de candidatura e antes de o TRE julgar seu indeferimento por unanimidade, José Ribamar Barroso Batista, o seu Ribeiro, já se poderia considerar fora de futura disputa.
Conseguiu com enorme rapidez a recepção de recurso de revisão para contas irregulares no Tribunal de Contas dos Municípios, sob a alegativa de apresentar documentos novos, modificadores de futuro posicionamento da corte; atribuiu à prefeita --que lhe faria oposição (!)-- toda a culpa de demora em fornecer-lhe os pretensos documentos novos
Por ser pública e notória uma informal co-gestão no município pelo ex-triprefeito, a acusação contra a sua gestora em processo de autodefesa seria, como foi, absurda. Porque, se houvesse rastros marcados de sua procedência, o uso do direito de petição prevaleceria nas mãos dos que demonstram relativa competência para manuseá-lo. E nestas veredas estratégicas, o ex-prefeito-candidato se acercou de medida liminar concedida por vara da Fazenda Pública estadual, para protegê-lo sob cortina cinzenta e temporária da sua condição de ficha-suja.
Mas, em junho e julho, também se fez ator, preventivamente, na colunata do Supremo Tribunal Federal, tentando desqualificar as mesmas decisões do Tribunal de Contas dos Municípios que o apenaram por irregularidades administrativas. O STF negou a pretensão e ratificou a negação.


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