Proprietários de bares e restaurantes reclamam de prejuízos durante apagão

Donos de bares e restaurantes de Fortaleza tiveram prejuízo durante o apagão que ocorreu na madrugada desta sexta-feira (26).

Segundo informações do vice-presidente da Associação de Bares e Restaurantes do Ceará (Abrasel-Ce) e proprietário do Boteco Original e mais cinco estabelecimentos, Augusto Mesquita, o apagão deixou o sistema de vários bares e restaurantes de Fortaleza sem funcionar.

Os clientes que iriam pagar as contas por meio de cartão de crédito ficaram impossibilitados de usar as máquinas.  “Os bares estavam a todo vapor, pois é dia de caranguejada. Em alguns casos as contas foram somadas no papel e o balanço ainda não tinha fechado hoje pela manhã”, explica.

Ainda segundo o proprietário, não é possível calcular o prejuízo de todos os bares de Fortaleza, mas há informações de que o Fiteiro da Dom Luís e o Boteco Original da Antônio Sales estariam com os mesmos problemas.

O restaurante Siriggado, localizado na Av. Santos Dumont, sofreu com o transtorno da falta de energia em relação à segurança. Segundo informações da gerente do estabelecimento, Ana Lúcia, os  clientes ficaram assustados e preocupados com possíveis assaltos e furtos.  A administração do restaurante utilizou a segurança particular para prestar serviço no local.

O balanço das contas do local também teve um atraso, e só foi fechado durante a manhã desta sexta-feira (26). Prejuízo financeiro não foi problema para o restaurante. “Nós temos clientes fiéis, que frequentam o restaurante. Os frequentadores assinaram as comandas e alguns já realizaram pagamento das contas pela manhã”, explica a gerente.

Frigorífico industrial

O frigorífico industrial Duboi, localizado na Barra do Ceará, teve um prejuízo de aproximadamente R$ 15 mil durante o apagão. Os embutidos como mortadela, salame e linguiça estavam passando por um processo de cozimento, mas com a falta de energia, as maquinas pararam e grande parte do produto foi perdida.

Segundo informações do proprietário do estabelecimento, José Neto Bezerra, a industria deixou de produzir 30 toneladas de embutidos. “Parte dos embutidos será incinerada e outra vamos tentar recuperar”, explica Bezerra.

Fonte: dn


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